segunda-feira, 22 de março de 2010

M.I.M.O.

Eis aqui M.I.M.O., outra crônica visual urbana, publicada na Revista Subversos #06 (especial de trabalhos feitos por meninas, alguns em parceria e outros de autoria própria feminina, como o meu caso!), lançada em janeiro deste ano. 

Esta crônica fala de uma menina que eu encontrava todo dia quando ia à escola, faz uns belos aninhos isso já, é verdade, pois era adolescente!... Assim como muitos personagens que cruzamos pelas ruas da cidade, ela poderia ser apenas mais uma, porém, a simpatia dessa menina trajada com o seu uniforme de trabalho que me recebia todas as manhãs com seu sorriso no ônibus sempre vazio chamava a minha atenção e, talvez por isso, eu sentava ao seu lado (que por acaso, nunca esteve ocupado!). O meu trajeto até a escola era bem curto, duravam nem 10 minutos, mas era um tempinho que compartilhávamos nossas solidão e melancolia. Não trocávamos uma palavra sequer, não sabia absolutamente nada sobre ela. Com o passar dos meses, acabamos nos perdendo de alguma forma e eu nunca mais a vi. Então, convidada pelos meninos, por alguma razão, quis contar essa história porque a imagem dela persistiu em minha memória.

Pelo bom-gosto dos editores, foi uma grande honra dividir as páginas com a querida amiga Xuvs, as felizes referências em tirinhas, Pryscilla Vieira e Lorena Kaz, descobrir o trabalho de Natalia Medrano e Alejandro Farias, dentre tantos outros trabalhos de pessoas tão talentosas!  Com relação às outras edições, no geral, acho que as colaborações revelam uma curiosa e delicada forma das meninas de contarem e tratarem seus personagens, com abordagens mais poéticas, que rendem trabalhos misteriosos como a própria forma de ser, hã, das mulheres, oras!


terça-feira, 2 de março de 2010

Pluxicos

Coisinha de mulher:

Bem, o post de hoje tem um pouco do meu lado breguinha, é verdade!
Estes dois bichinhos fofos foram confeccionados por mim faz pouco mais de dois anos. Chamei-os de 'Pluxicos' (plush+fuxico): a tartaruga é um chaveiro e o peixe é um enfeite que dei de presente pra um amigo muito fofooooo chamado Renée. Sim, a técnica base deles foi o fuxico no entanto, como sempre é de se esperar, eu não consegui me manter fiel a uma coisa só sem misturar outras formas, no caso!... Acho que não sirvo, em definitivo, para seguir manuais! (Ih, nem me perguntem quanto às receitas de cozinha, ó!!!)