segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Achados!!!

Hoje é dia de postar alguns achados.
O ACHADO, era um exercício da época de estudante (uau, parece que passou tanto tempo -e talvez tenha passado mesmo!), ou o caminho que eu fazia todo dia à pé até o IA da UNESP (isso quando era no Ipiranga! Uau², realmente, o post de hoje parece nostálgico!).
"Caneta e papel, sem título, 2003 (acho)"





2° ACHADO
Desenho e roteiro aqui são meus, mas os textos foram tirados de um trecho que me surpreendeu quando li "Os Miseráveis", de Victor Hugo.  Não estou me lembrando agora do nome do capítulo, mas está na última parte, de uma edição de 3. Sei que falava da língua francesa como um ser vivo, que se apropria de culturas de classes e se desenvolve, como algo que pulsa e mexe...
Pode parecer confuso, e até é verdade!, sei, porém desse história eu só lembro que desenhei a alguns anos, de mau-humor. Imagine, pense que é a mesma coisa de quando você, miserável bolsista, está na sua, sobrevivendo de mil maneiras do jeito que você pode e te aparece algum pedinte em idade produtiva e a pessoinha do seu lado, bem abastada, passando incólume sobre este (pedinte). Era meio sobre isso que eu estava pensando quando fiz essa história sem-título.
"Canetinha, nanquim, papel: 2003 (acho)"

















ENCONTRADOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

É bom esclarecer, as fotos abaixo não são de nenhum trabalho meu -o que inclui street/urban-art, art povera, performance, happening, mob e tudo o que os boatos não podem comprovar, sim?!- são registro de algo que certamente os donos deste imóvel nas proximidades do metrô da Vl Mariana estão cansados de encontrar em sua porta!
Manifestação meio kitsch, não tenho o que dizer!









2 comentários:

  1. Nossa Nil! Você ia pro IA pelo caminho do trolebus? sensível vegetação! Segundo achado: bem onírico! Terceiro: também trashera, muito massa!

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  2. Ei! Eu me lembro desse primeiro achado.Você me mostrou lá no IA :) Já o segundo escondeste...
    Muito louca essa HQ. Os desenhos estão incríveis, e a percepção da metáfora é um desafio e tanto para a sensibilidade. Uma vez me disseram que você se assemelhava a um lago profundo, no qual muitas coisas ficavam submersas e as que vinham a tona tingiam-se de mistério e enigma. Trabalhos como esse me causam uma sensação assim. Tiro o chapéu para a sua ousadia!

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